"Todo o poder da alma se resume em três palavras: Querer, Saber, Amar
O uso mais nobre que se pode fazer das faculdades, é trabalhar por engrandecer, desenvolver, no sentido do belo e do bem, a civilização, a sociedade humana, que tem as suas chagas e fealdades, sem dúvida, mas que é rica de esperanças e magníficas promessas; essas promessas transformar-se-ão em realidade vivaz no dia em que a humanidade tiver aprendido a comungar, pelo pensamento e pelo coração, com o foco no amor, que é o esplendor de Deus. (Léon Denis-O problema do ser)."
domingo, 29 de julho de 2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Amar o próximo como a si mesmo - os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. Os mais rebeldes e os mais viçosos se reformarão, quando observarem os benefícios resultantes da prática deste preceito: Não façais aos outros o que não quizerdes que vos façam: fazei-lhes, ao contrário, todo o bem que vos eteja ao alcance fazer-lhes.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Diante das contradições da vida nos deparamos com alterações de sentimentos. Se nos deixamos levar pelos sentimentos negativos podemos nos envenenar e causar disfunções orgânicas, que, ao longo do tempo guardando ressentimentos e mágoas influenciam no sistema hormonal provocando ansiedade por questões mal resolvidas. A partir daí uma série de contratempos tem início. Dentre essas reações a irritação, o mal dormir, a palpitação, o comer compulsivamente, a insatisfação e assim vai, lá adiante quando temos um demosntrativo orgânico qulquer, tipo tontura, desmaio ou uma angústia tão grande que faz com que procuremos um médico, acreditando que é problema cardíaco, nem lembramos que isso começou a anos atrás diante de uma adversidade qualquer.
Por isso, bom seria se pudessemos dialogar, expor o que estamos sentindo, como nem sempre podemos contar com alguém é bom que façamos caminhadas diárias, exercícios de relaxamento e aprendamos a amar, compreender e perdoar, a observar o canto dos pássaros, ouvir os sons que a natureza nos dá, admirar as flores e os animais e assim nos integrando com Deus integrarmo-nos com a nossa própria natureza.
NAMASTÊ.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Então mulheres
No dia a dia, quem é que da o tom? Quem organiza? Quem compõe a familia? Duvido que a mãe não esteja sempre ligada na hora da aula, na hora do lanche, na hora do banho. Então mulheres, nós mães conseguimos realizar várias tarefas ao mesmo tempo, só nós temos o jogo de cintura, conseguimos ouvir várias pessoas ao mesmo tempo e responder a cada uma das questões, antes de sair pela manhã conseguimos dar um jeito para que fique tudo organizado para a hora do almoço, chegamos correndo e verificamos se esta tudo em ordem; almoçamos correndo e vamos para a jornada seguinte.
A noite, conseguimos ainda dar um beijo de boa noite e pensar se deu tudo certo, além dos nossos filhos, pensamos nos filhos das outras e estamos coligadas no exercício da maternidade, cuidando de todas as crianças.
Doces professoras, que tarefa mais linda, abençoados os homens que compartilham conosco este exercício, com certeza o lado feminino deles é bem acentuado.
Sem dúvida somos guerreiras e grandes batalhadoras.
A frente, modificando a sociedade.
A mulher pode e pode muito; é só achar o caminho e seguir.
Grande beijo e que nós continuemos com a nossa grandeza, pois só a mulher tem o poder da criação.
A noite, conseguimos ainda dar um beijo de boa noite e pensar se deu tudo certo, além dos nossos filhos, pensamos nos filhos das outras e estamos coligadas no exercício da maternidade, cuidando de todas as crianças.
Doces professoras, que tarefa mais linda, abençoados os homens que compartilham conosco este exercício, com certeza o lado feminino deles é bem acentuado.
Sem dúvida somos guerreiras e grandes batalhadoras.
A frente, modificando a sociedade.
A mulher pode e pode muito; é só achar o caminho e seguir.
Grande beijo e que nós continuemos com a nossa grandeza, pois só a mulher tem o poder da criação.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
A disciplina do pensamento e a reforma do ser
A felicidade não esta nas coisas externas nem nos acasos exteriores, mas somente em nós mesmos, na vida interna que soubemos criar. Que importa que o céu esteja escuro por cima das nossas cabeças e os homens sejam ruins em volta de nós, se tivermos a luz na fronte, a alegria do bem e a liberdade moral no coração? (O problema do ser, do destino e da dor, pg. 363, Léon Deni).
sábado, 19 de novembro de 2011
A NECESSIDADE DE LIBERTAR-SE
Não há possibilidade de um indivíduo contatar-se com outro no sentido em que gostaríamos de fazê-lo, ou seja, completamente. O outro também está preso, também tem lá o seu problema, a sua necessidade de libertar-se.
O espiritualista, ao contrário do indivíduo materialista ou indiferente, tem uma alegria de viver que supera qualquer lógica fria e é com base nesta realidade que devemos trabalhar com afinco, afim de criar as condições necessárias para a implementação de uma nova ordem mundial.
Em ciência espiritual há 3 palavras que marcam as 3 grandes etapas ou graus das iniciações menores: CONCENTRAÇÃO, MEDITAÇÃO e CONTEMPLAÇÃO. (revista da ordem da phoenix I-I- preparação: João Batista).
O espiritualista, ao contrário do indivíduo materialista ou indiferente, tem uma alegria de viver que supera qualquer lógica fria e é com base nesta realidade que devemos trabalhar com afinco, afim de criar as condições necessárias para a implementação de uma nova ordem mundial.
Em ciência espiritual há 3 palavras que marcam as 3 grandes etapas ou graus das iniciações menores: CONCENTRAÇÃO, MEDITAÇÃO e CONTEMPLAÇÃO. (revista da ordem da phoenix I-I- preparação: João Batista).
domingo, 4 de setembro de 2011
Atenção em Saúde
Ao se investir numa estratégia de educação em saúde que se propõe somente a prover informação aos indivíduos para promover uma decisão informada sobre os riscos à saúde, desconsidera-se esta vasta rede de condicionantes e coloca-se o indivíduo como o maior responsável pela sua saúde, ou melhor, o "culpado pela sua doença".
É preciso, então, compreender os diversos determinantes dos comportamentos humanos, que são construções sócio-históricas. Assim, o desafio para os profissionais seria o de desenvolver intervenções de saúde apropriadas, sem se tornarem reguladores e vigilantes da vida e do prazer alheios (CHOR, 1999; CAMPOS, 2004).
A atenção básica de saúde é um espaço privilegiado para o desenvolvimento das ações de incentivo e apoio à adoção de hábitos alimentares e à prática regular da atividade física. Cabe ressaltar que essas ações, além de garantir a difusão de informação, devem buscar viabilizar espaços para reflexão sobre os fatores individuais e coletivos que influenciam as práticas em saúde e nutrição na sociedade, lançando mão de metodologias que estimulem o espírito crítico e o discernimento das pessoas diante de sua realidade e promovam a autonomia de escolha no cotidiano, a atitude protagonista diante da vida e o exercício da cidadania.
A autonomia implica necessariamente a construção de maiores capacidades de análise e de co-responsabilização pelo cuidado consigo, com os outros, com o ambiente; enfim, com a vida (CAMPOS, 2004), sem, portanto, desconsiderar que as soluções para os problemas passam por ações que devem ter sustentação cultural, política e econômica. Portanto, esta busca pela autonomia demanda ações que fortaleçam as capacidades dos indivíduos e dos grupos para terem o máximo poder sobre suas próprias vidas, o que pressupõe também a revisão das relações sociais desiguais sobre as quais são construídas suas vidas (SMEKE; OLIVEIRA, 2001).
O desafio é ajudar as pessoas a buscarem uma adequação entre os cuidados à saúde e o seu ritmo de vida, incorporando as mudanças possíveis, sem, no entanto, deixar que esses cuidados se tornem mais um fator de estresse cotidiano. O importante é buscar o equilíbrio possível (RIO DE JANEIRO, 2005; Cadernos de Atenção Básica, nº 19).
É preciso, então, compreender os diversos determinantes dos comportamentos humanos, que são construções sócio-históricas. Assim, o desafio para os profissionais seria o de desenvolver intervenções de saúde apropriadas, sem se tornarem reguladores e vigilantes da vida e do prazer alheios (CHOR, 1999; CAMPOS, 2004).
A atenção básica de saúde é um espaço privilegiado para o desenvolvimento das ações de incentivo e apoio à adoção de hábitos alimentares e à prática regular da atividade física. Cabe ressaltar que essas ações, além de garantir a difusão de informação, devem buscar viabilizar espaços para reflexão sobre os fatores individuais e coletivos que influenciam as práticas em saúde e nutrição na sociedade, lançando mão de metodologias que estimulem o espírito crítico e o discernimento das pessoas diante de sua realidade e promovam a autonomia de escolha no cotidiano, a atitude protagonista diante da vida e o exercício da cidadania.
A autonomia implica necessariamente a construção de maiores capacidades de análise e de co-responsabilização pelo cuidado consigo, com os outros, com o ambiente; enfim, com a vida (CAMPOS, 2004), sem, portanto, desconsiderar que as soluções para os problemas passam por ações que devem ter sustentação cultural, política e econômica. Portanto, esta busca pela autonomia demanda ações que fortaleçam as capacidades dos indivíduos e dos grupos para terem o máximo poder sobre suas próprias vidas, o que pressupõe também a revisão das relações sociais desiguais sobre as quais são construídas suas vidas (SMEKE; OLIVEIRA, 2001).
O desafio é ajudar as pessoas a buscarem uma adequação entre os cuidados à saúde e o seu ritmo de vida, incorporando as mudanças possíveis, sem, no entanto, deixar que esses cuidados se tornem mais um fator de estresse cotidiano. O importante é buscar o equilíbrio possível (RIO DE JANEIRO, 2005; Cadernos de Atenção Básica, nº 19).
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